sábado, 2 de abril de 2011
Roberto Carlos: "Já conheci mulheres de 20 anos e meninas de 50
O Rei Roberto Carlos , que está solteiro há muitos anos e nos últimos meses foi apontado como affair da cantora sertaneja Paula Fernandes, às vésperas de completar 70 anos, não vê problema em namorar uma mulher muito mais nova do que ele.
“O preconceito de homem com uma mulher mais nova é pura bobagem. Eu digo sempre que já conheci mulheres de 20 anos e meninas de 50”, disse o cantor a O Fuxico.
O cantor, que de todas as mulheres do mundo, prefere as brasileiras, confessa que não tem preferência no tipo de mulher que acha ideal para estar ao seu lado.
“A mulher brasileira é tão bonita que é difícil dizer qual eu daria uma fugidinha. Essas coisas dependem do momento, olhar e química”.
''Perdi sete quilos'', diz Paula Fernandes sobre fase de depressão
Há quase 19 anos na estrada, a jovem finalmente conquistou o reconhecimento do público - pelo menos o sertanejo - com o lançamento do CD e DVD Paula Fernandes - Ao Vivo, em que canta ao lado de figuras como Almir Sater, Leonardo, Marcus Viana e Victor & Leo. A receptividade foi tão boa que sua mais recente música de trabalho, Pra Você, alcançou o primeiro lugar nas rádios brasileiras. Tanto sucesso, porém, não apaga as dificuldades sofridas no início de sua carreira. Aos 18 anos, Paula entrou em uma depressão profunda, motivada pelo mau êxito profissional.
"Aos 12 anos, saí de Minas Gerais, onde nasci, para tentar a vida em São Paulo. Foi um desastre. Eu e minha família tivemos que voltar de mãos abanando para casa. Estava no auge da adolescência, mas me sentia triste. Não demorou para eu perceber que estava em depressão", lembrou. A doença foi superada após dois anos de tratamento psicológico. "Foi um período muito difícil da minha vida, cheguei a perder sete quilos. Só comecei a melhorar quanto tive consciência de que estava doente", contou.
Ao contrário do que se imagina, Paula não gosta de estar constantemente sob os holofotes. "Nunca sonhei em ser famosa. Felizmente, isso não mudou tanto a minha vida, principalmente porque sou muito caseira, raramente saio à noite", disse. A fama, de fato, só bateu à sua porta em dezembro do ano passado, quando a cantora fez uma parceria com ninguém menos que o rei Roberto Carlos no especial de fim de ano da Rede Globo. Na época, os carinhos trocados pela dupla em rede nacional levantaram rumores de que os dois teriam iniciado um romance. "Foi um momento surreal na minha vida. As pessoas fantasiaram muito sobre aquilo tudo, mas o que aconteceu foi apenas um encontro de energias e artes".
Paula - que se diz "solteiríssima" - cita Roberto como um de seus grandes amigos no meio musical, ao lado dos sertanejos Zezé, Leonardo, Chitãozinho, Xororó, Victor e Leo e da baiana Ivete Sangalo. "Ivete é um amor toda vez que nos encontramos. Ela sempre diz: 'Ô, minha nega, venha cá', com aquele jeito arretado dela", brincou.
Já quando o assunto é a relação com a banda Restart, seus concorrentes na disputa ao prêmio de Artista Revelação nos Melhores do Ano da Rede Globo, Paula não poupou elogios. "Conheci o pessoal do Restart pela primeira vez na premiação e conversamos a noite toda. Até brincamos sobre quem ia ganhar de quem, aquela coisa. Não fiquei chateada de ter perdido para eles, eles são divertidíssimos", afirmou.
Avessa a fazer planos, a cantora garante que, pelo menos por enquanto, não tem a pretensão de se lançar internacionalmente. "Se for acontecer, será naturalmente, quando pintar a oportunidade. Por enquanto, quero apenas trabalhar no meu novo CD", disse. Lançado há apenas dois meses pela Universal Music e gravado no Estúdio Quanta, em São Paulo, Paula Fernandes - Ao Vivo já vendeu duzentas mil cópias e inclui os maiores sucessos da cantora, como Jeito de Mato, Quando a Chuva Passar, Sensações, Pra Você e Não Precisa.
Apesar de ter um repertório focado no estilo sertanejo, Paula faz questão de se manter longe de rótulos e define sua música mais como um "pop rural". "Canto sertanejo porque fui criada no mato, no meio rural, mas isso não significa que não goste de outras coisas. Se eu quiser compor um samba, por que não? A boa música independe do gênero", defendeu-se. A prova de seu ecletismo está em suas preferências musicais. "Gosto de Ana Carolina, Shania Twain, Coldplay, Metallica, U2, Victor & Leo... E amo de paixão o John Mayer, ele é demais."
Pré-venda de ingressos para show de aniversário de Roberto Carlos em Vitória (ES) começa no dia 5 de abril
Rei fará show em seu Estado natal no dia 19 de abril para celebrar seus 70 anos
A informação foi confirmada pelo site oficial do Rei, que também divulgou as datas em que os ingressos, cujos preços ainda não foram divulgados, começarão a ser vendidos
No dia 5 de abril, terá início a pré-venda para portadores do cartão Credicard, limitadas a quatro tíquetes por pessoa.
A partir do dia 10 de abril, a comercialização será aberta a todos, com os bilhetes podendo ser adquiridos pelo fone 4003-1212 (call center) ou pelo site
ingressorapido.com.br.
A apresentação terá como palco o Ginásio Álvares Cabral, na Arena Vitória, e terá início às 21h30 do dia 19 de abril, data exata em que o autor de Detalhes virará setentão.
A previsão é de que 8.000 pessoas compareçam ao show, cuja renda total será doada a entidades beneficentes.
Segundo informações da assessoria da DC-Set, que empresaria Roberto Carlos, o astro irá levar seus parentes e amigos, que participarão de uma festa após a apresentação.
A cidade natal do cantor, Cachoeiro do Itapemirim, chegou a ser cogitada para receber o espetáculo, mas pode acabar sendo o local da missa de um ano da morte da mãe do cantor, Lady Laura, ocorrida no dia 17 de abril de 2010.
Roberto Carlos realizará o show comemorativo de seus 70 anos de idade no dia 19 de abril na cidade de Vitória, capital de seu Estado natal, o Espírito Santo.
A informação foi confirmada pelo site oficial do Rei, que também divulgou as datas em que os ingressos, cujos preços ainda não foram divulgados, começarão a ser vendidos
No dia 5 de abril, terá início a pré-venda para portadores do cartão Credicard, limitadas a quatro tíquetes por pessoa.
A partir do dia 10 de abril, a comercialização será aberta a todos, com os bilhetes podendo ser adquiridos pelo fone 4003-1212 (call center) ou pelo site
ingressorapido.com.br.
A apresentação terá como palco o Ginásio Álvares Cabral, na Arena Vitória, e terá início às 21h30 do dia 19 de abril, data exata em que o autor de Detalhes virará setentão.
A previsão é de que 8.000 pessoas compareçam ao show, cuja renda total será doada a entidades beneficentes.
Segundo informações da assessoria da DC-Set, que empresaria Roberto Carlos, o astro irá levar seus parentes e amigos, que participarão de uma festa após a apresentação.
A cidade natal do cantor, Cachoeiro do Itapemirim, chegou a ser cogitada para receber o espetáculo, mas pode acabar sendo o local da missa de um ano da morte da mãe do cantor, Lady Laura, ocorrida no dia 17 de abril de 2010.
segunda-feira, 21 de março de 2011
BIOGRAFIA DO REI
NomeRoberto Carlos
Idade69 anos (19/04/1941)
NaturalidadeCachoeiro de Itapemirim, Brasil
SignoÁries
StatusViúvo
A carreira de Roberto Carlos é superlativa. Ele é o artista de língua não inglesa que mais vendeu discos: mais de 120 milhões de cópias. Desde o início da carreira, quando lançou o “Louco Por Você”, ele lança um disco inédito por ano, rotina que só interrompeu em 1999, por conta da morte da mulher. Começou na época da Jovem Guarda, nos anos 60, flertando com o rock, mas foi como cantor romântico, nos anos 70, que se consolidou como o “Rei”.
O quarto e último filho do relojoeiro Robertino Braga (1896-1980) e da costureira Laura Moreira Braga (1914-2010) teve três irmãos: Lauro Roberto, Carlos Alberto e Norma, a “Norminha”. O apelido do garoto Roberto Carlos era Zunga; aprendeu a tocar violão e guitarra no Conservatório Musical de Cachoeiro de Itapemirim, e começou a cantar aos 9 anos na rádio Cachoeiro, imitando Ted Nelson, o cowboy que era ídolo naqueles tempos. Depois dos shows, ganhava balas, o que lhe parecia “o máximo”.
Aos 6 anos, uma fatalidade aconteceu na vida de Zunga. Ele foi atropelado por uma locomotiva a vapor e teve sua perna direita amputada abaixo do joelho. Já adulto, Roberto Carlos indignou-se com detalhes de sua vida divulgados numa série de reportagens especiais publicadas no jornal já extinto “Notícias Populares”. As reportagens traziam ilustrações do que teria acontecido na época e a série foi anunciada em rede nacional na TV Globo. O anúncio dizia que ia “ser desvendado o maior segredo do Brasil”, ou seja, “detalhes sobre o acidente”. Roberto Carlos contratou o advogado Saulo Ramos, ex-ministro da Justiça, e a série foi embargada em seu quarto episódio.
Aos 15 anos, Zunga abandonou a muleta e passou a usar uma prótese e o episódio foi enterrado. A família Braga mudou-se para a cidade de Niterói em 1957. Roberto Carlos começou a freqüentar as reuniões musicais da Rua do Matoso, no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro. Por lá andavam Tim Maia, Erasmo Carlos, Jorge Benjor, entre outros. Ele ensaiou uns sucessos de rock, como uma versão de “Hound Dog”, de Elvis Presley, feita por Erasmo Carlos, e apresentou-se com “The Sputniks”, banda de Tim Maia e “The Snakes”, com Erasmo, mas deu certo mesmo como crooner da boate do Hotel Plaza Copacabana, cantando sambas-canções, com sua voz afinada. Era o tempo da Bossa Nova e Roberto Carlos poderia até seguir esse caminho, se não fosse a Bossa Nova coisa de gente chique, da zona sul do Rio
Ele deu mais certo como apresentador do “Clube do Rock”, na TV Tupi. Em 1959, lançou o compacto simples “João e Maria/Fora do Tom”. Em 1961, veio o LP “Louco por Você”, com músicas compostas por Carlos Imperial. Em 1962, compôs os sucessos em parceria com Erasmo Carlos, “Splish, Splash” e “Parei na Contramão”. Seguiram-se o LP “É Proibido Fumar”, em que se destacava a faixa “O Calhambeque”. Era o início do movimento jovem que ficaria conhecido como Jovem Guarda, similar ao movimento de rock que se apresentava no exterior.
O maior sucesso da Jovem Guarda foi o programa de mesmo nome que começou a ser apresentado em 1965, na TV Record, em São Paulo, com Erasmo Carlos, a cantora Wanderléa e Roberto Carlos. O “Rei” apresentou em 1966 outros programas na TV Record, mas todos tiveram vida curta. Os sucessos musicais se sucediam: “Parei na Contramão”, “Quero que Vá Tudo Pro Inferno”, “Querem Acabar Comigo”, “A Namoradinha de um Amigo Meu”, “Eu te Darei o Céu”, todos no LP “Roberto Carlos”.
Logo em seguida viriam os longa-metragens que consolidaram a carreira de Roberto. Os sucesso foram lançados na trilha do filme “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”, cuja faixa de abertura é “Eu Sou Terrível”. Existem registros da participação de Roberto Carlos no 1º Festival de Música Popular Brasileira, em 1967, com “Maria, Carnaval e Cinzas” (Luiz Carlos Paraná). Ele conquistou o 5º lugar. Os ídolos do rock nacional eram então hostilizados como alienados pela jovem militância de esquerda, mas este festival já mostra a utilização de guitarras e alguns elementos da Jovem Guarda – como o guarda-roupa menos formal – adotado pelos tropicalistas.
No final dos anos 60, foi lançado “Roberto Carlos” (1969), transição na carreira de Roberto. Mais adulto, ele mergulha fundo nas influências da black music. “Não Vou Ficar”(Tim Maia), “As Curvas da Estrada de Santos” e “Sua Estupidez”.
Os anos 70 foram o início do Roberto derramadamente romântico. Em 1970, o cantor fez uma temporada no Canecão e, ao final daquele ano, lançou o disco que se tornaria uma ação habitual a cada Natal. O disco trazia “Ana”, “Vista a Roupa Meu Bem” e “Jesus Cristo”.
No ano seguinte foi lançado “Roberto Carlos a 300 km por Hora”, o último filme e grande sucesso nacional, em 1971, veio o disco de final de ano com os sucessos “Detalhes”, “Amada Amante”, “Todos Estão Surdos”, “Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos” (homenagem a Caetano Veloso, que Roberto visitou em seu exílio em Londres, durante o regime militar), além de “Como Dois e Dois” (de Caetano).
A partir de 1974, Roberto Carlos tornou-se artista exclusivo da TV Globo e ganhou definitivamente a coroa de rei. Desde então quase todos os finais de ano são embalados por um especial de Natal de Roberto Carlos. Nos primeiros anos, era comum estar de azul e amarelo. Em 1994, chegou a usar um terno rosa sobre camiseta azul. Nos últimos anos começou a se apresentar apenas de branco, a exigir que no camarim ninguém usasse roupas de cor marrom e a não cantar a música “Negro Gato”, detalhes que todos consideravam manias de ídolo até que foi diagnosticado e tratado de TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Em 2003 esteve no palco de azul, sentado ao piano e em 2005, usava azul escuro. Cantou “Negro Gato” e até brincou: “essa eu já consigo cantar de novo”.
Na década de 2000, mesmo sendo artista exclusivo da TV Globo, abençoou um disco com versões acústicas de seus sucessos lançado pela MTV, com regravações de Samuel Rosa (“É Proibido Fumar”), Toni Belotto, dos Titãs (“É Preciso Saber Viver”), Johnny Quest (“Além do Horizonte”) e o gaitista Milton Guedes (“Parei na Contramão”).
Em 2007 conseguiu, na Justiça, retirar das livrarias uma biografia não-autorizada escrita pelo jornalista Paulo César Araújo, “Roberto Carlos em Detalhes”, que contava muitos detalhes de sua vida pessoal.
Em 2008, fez uma série de shows com Caetano Veloso só com versões de músicas de Tom Jobim em comemoração aos 50 anos da Bossa Nova.
Ele gostou da experiência, repetida em abril de 2009 com o show “Elas Cantam Roberto – DIVAS”, no Theatro Municipal de São Paulo, em homenagem aos 50 anos de carreira do ídolo. Cantaram com ele Adriana Calcanhoto, Alcione, Ana Carolina, Zizi Possi, Marília Pêra, Hebe Camargo, Fernanda Abreu, Daniela Mercury, entre outros. Ele também realizou uma turnê em homenagem aos 50 anos de carreira com grand finale no Maracanazinho, no Rio.
VIDA PESSOAL
Em 1968, Roberto Carlos se casou em Santa Cruz de La Sierra (Bolívia), com Cleonice Rossi, conhecida como Nice, a mulher que seria mãe de seus filhos, nascidos no Brasil: Roberto Carlos Segundo (o Segundinho, nascido em 1969, também chamado de Dudu Braga), e Luciana, nascida em 1971. Casaram-se no exterior porque Nice era desquitada e o divórcio ainda não existia no Brasil. Ela já tinha uma filha, Ana Paula, do primeiro casamento. Mulher bela, displicente e apaixonada, Nice traria colorido à vida do Rei, que viveu o auge de sua criatividade durante essa união.
O casamento com Nice durou 11 anos, e terminou de forma amigável em 1979. No mesmo ano, a atriz estreante Myriam Rios recebeu um convite por telefone para se encontrar com Roberto, que se encantou com ela. O relacionamento, marcado por crises de ciúme, terminou em 1990.
No ano seguinte, em 1991, Roberto Carlos viria a reencontrar aquele que, segundo ele, seria o grande amor de sua vida. O rei conheceu Maria Rita antes, em 1977, mas foi impedido de namorá-la porque a garota tinha apenas 16 anos e os pais a proibiram. Mas, quando se reencontraram em 1991, não havia barreiras para a união, e os dois foram morar juntos no apartamento dele na Urca, no Rio de Janeiro, oficializando a união em 1996, num casamento íntimo. Maria Rita morreria três anos depois, e Roberto Carlos passou alguns anos em luto.
Roberto Carlos ainda reconheceu um terceiro filho, fruto de um relacionamento com uma fã, que o procurou no começo da década de 90 exigindo exame de paternidade: Rafael Carlos Torres, que também ganhou o sobrenome Braga.
Preocupado em manter sua vida privada longe dos holofotes, processou e ganhou, em 2007, processo na Justiça contra a editora Planeta e o jornalista Paulo César Araújo, autor da biografia não-autorizada “Roberto Carlos em Detalhes”, que contava muitos detalhes de sua vida pessoal. O livro foi retirado das prateleiras. Autor e editora ficaram com o prejuízo.
Idade69 anos (19/04/1941)
NaturalidadeCachoeiro de Itapemirim, Brasil
SignoÁries
StatusViúvo
A carreira de Roberto Carlos é superlativa. Ele é o artista de língua não inglesa que mais vendeu discos: mais de 120 milhões de cópias. Desde o início da carreira, quando lançou o “Louco Por Você”, ele lança um disco inédito por ano, rotina que só interrompeu em 1999, por conta da morte da mulher. Começou na época da Jovem Guarda, nos anos 60, flertando com o rock, mas foi como cantor romântico, nos anos 70, que se consolidou como o “Rei”.
O quarto e último filho do relojoeiro Robertino Braga (1896-1980) e da costureira Laura Moreira Braga (1914-2010) teve três irmãos: Lauro Roberto, Carlos Alberto e Norma, a “Norminha”. O apelido do garoto Roberto Carlos era Zunga; aprendeu a tocar violão e guitarra no Conservatório Musical de Cachoeiro de Itapemirim, e começou a cantar aos 9 anos na rádio Cachoeiro, imitando Ted Nelson, o cowboy que era ídolo naqueles tempos. Depois dos shows, ganhava balas, o que lhe parecia “o máximo”.
Aos 6 anos, uma fatalidade aconteceu na vida de Zunga. Ele foi atropelado por uma locomotiva a vapor e teve sua perna direita amputada abaixo do joelho. Já adulto, Roberto Carlos indignou-se com detalhes de sua vida divulgados numa série de reportagens especiais publicadas no jornal já extinto “Notícias Populares”. As reportagens traziam ilustrações do que teria acontecido na época e a série foi anunciada em rede nacional na TV Globo. O anúncio dizia que ia “ser desvendado o maior segredo do Brasil”, ou seja, “detalhes sobre o acidente”. Roberto Carlos contratou o advogado Saulo Ramos, ex-ministro da Justiça, e a série foi embargada em seu quarto episódio.
Aos 15 anos, Zunga abandonou a muleta e passou a usar uma prótese e o episódio foi enterrado. A família Braga mudou-se para a cidade de Niterói em 1957. Roberto Carlos começou a freqüentar as reuniões musicais da Rua do Matoso, no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro. Por lá andavam Tim Maia, Erasmo Carlos, Jorge Benjor, entre outros. Ele ensaiou uns sucessos de rock, como uma versão de “Hound Dog”, de Elvis Presley, feita por Erasmo Carlos, e apresentou-se com “The Sputniks”, banda de Tim Maia e “The Snakes”, com Erasmo, mas deu certo mesmo como crooner da boate do Hotel Plaza Copacabana, cantando sambas-canções, com sua voz afinada. Era o tempo da Bossa Nova e Roberto Carlos poderia até seguir esse caminho, se não fosse a Bossa Nova coisa de gente chique, da zona sul do Rio
Ele deu mais certo como apresentador do “Clube do Rock”, na TV Tupi. Em 1959, lançou o compacto simples “João e Maria/Fora do Tom”. Em 1961, veio o LP “Louco por Você”, com músicas compostas por Carlos Imperial. Em 1962, compôs os sucessos em parceria com Erasmo Carlos, “Splish, Splash” e “Parei na Contramão”. Seguiram-se o LP “É Proibido Fumar”, em que se destacava a faixa “O Calhambeque”. Era o início do movimento jovem que ficaria conhecido como Jovem Guarda, similar ao movimento de rock que se apresentava no exterior.
O maior sucesso da Jovem Guarda foi o programa de mesmo nome que começou a ser apresentado em 1965, na TV Record, em São Paulo, com Erasmo Carlos, a cantora Wanderléa e Roberto Carlos. O “Rei” apresentou em 1966 outros programas na TV Record, mas todos tiveram vida curta. Os sucessos musicais se sucediam: “Parei na Contramão”, “Quero que Vá Tudo Pro Inferno”, “Querem Acabar Comigo”, “A Namoradinha de um Amigo Meu”, “Eu te Darei o Céu”, todos no LP “Roberto Carlos”.
Logo em seguida viriam os longa-metragens que consolidaram a carreira de Roberto. Os sucesso foram lançados na trilha do filme “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”, cuja faixa de abertura é “Eu Sou Terrível”. Existem registros da participação de Roberto Carlos no 1º Festival de Música Popular Brasileira, em 1967, com “Maria, Carnaval e Cinzas” (Luiz Carlos Paraná). Ele conquistou o 5º lugar. Os ídolos do rock nacional eram então hostilizados como alienados pela jovem militância de esquerda, mas este festival já mostra a utilização de guitarras e alguns elementos da Jovem Guarda – como o guarda-roupa menos formal – adotado pelos tropicalistas.
No final dos anos 60, foi lançado “Roberto Carlos” (1969), transição na carreira de Roberto. Mais adulto, ele mergulha fundo nas influências da black music. “Não Vou Ficar”(Tim Maia), “As Curvas da Estrada de Santos” e “Sua Estupidez”.
Os anos 70 foram o início do Roberto derramadamente romântico. Em 1970, o cantor fez uma temporada no Canecão e, ao final daquele ano, lançou o disco que se tornaria uma ação habitual a cada Natal. O disco trazia “Ana”, “Vista a Roupa Meu Bem” e “Jesus Cristo”.
No ano seguinte foi lançado “Roberto Carlos a 300 km por Hora”, o último filme e grande sucesso nacional, em 1971, veio o disco de final de ano com os sucessos “Detalhes”, “Amada Amante”, “Todos Estão Surdos”, “Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos” (homenagem a Caetano Veloso, que Roberto visitou em seu exílio em Londres, durante o regime militar), além de “Como Dois e Dois” (de Caetano).
A partir de 1974, Roberto Carlos tornou-se artista exclusivo da TV Globo e ganhou definitivamente a coroa de rei. Desde então quase todos os finais de ano são embalados por um especial de Natal de Roberto Carlos. Nos primeiros anos, era comum estar de azul e amarelo. Em 1994, chegou a usar um terno rosa sobre camiseta azul. Nos últimos anos começou a se apresentar apenas de branco, a exigir que no camarim ninguém usasse roupas de cor marrom e a não cantar a música “Negro Gato”, detalhes que todos consideravam manias de ídolo até que foi diagnosticado e tratado de TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Em 2003 esteve no palco de azul, sentado ao piano e em 2005, usava azul escuro. Cantou “Negro Gato” e até brincou: “essa eu já consigo cantar de novo”.
Na década de 2000, mesmo sendo artista exclusivo da TV Globo, abençoou um disco com versões acústicas de seus sucessos lançado pela MTV, com regravações de Samuel Rosa (“É Proibido Fumar”), Toni Belotto, dos Titãs (“É Preciso Saber Viver”), Johnny Quest (“Além do Horizonte”) e o gaitista Milton Guedes (“Parei na Contramão”).
Em 2007 conseguiu, na Justiça, retirar das livrarias uma biografia não-autorizada escrita pelo jornalista Paulo César Araújo, “Roberto Carlos em Detalhes”, que contava muitos detalhes de sua vida pessoal.
Em 2008, fez uma série de shows com Caetano Veloso só com versões de músicas de Tom Jobim em comemoração aos 50 anos da Bossa Nova.
Ele gostou da experiência, repetida em abril de 2009 com o show “Elas Cantam Roberto – DIVAS”, no Theatro Municipal de São Paulo, em homenagem aos 50 anos de carreira do ídolo. Cantaram com ele Adriana Calcanhoto, Alcione, Ana Carolina, Zizi Possi, Marília Pêra, Hebe Camargo, Fernanda Abreu, Daniela Mercury, entre outros. Ele também realizou uma turnê em homenagem aos 50 anos de carreira com grand finale no Maracanazinho, no Rio.
VIDA PESSOAL
Em 1968, Roberto Carlos se casou em Santa Cruz de La Sierra (Bolívia), com Cleonice Rossi, conhecida como Nice, a mulher que seria mãe de seus filhos, nascidos no Brasil: Roberto Carlos Segundo (o Segundinho, nascido em 1969, também chamado de Dudu Braga), e Luciana, nascida em 1971. Casaram-se no exterior porque Nice era desquitada e o divórcio ainda não existia no Brasil. Ela já tinha uma filha, Ana Paula, do primeiro casamento. Mulher bela, displicente e apaixonada, Nice traria colorido à vida do Rei, que viveu o auge de sua criatividade durante essa união.
O casamento com Nice durou 11 anos, e terminou de forma amigável em 1979. No mesmo ano, a atriz estreante Myriam Rios recebeu um convite por telefone para se encontrar com Roberto, que se encantou com ela. O relacionamento, marcado por crises de ciúme, terminou em 1990.
No ano seguinte, em 1991, Roberto Carlos viria a reencontrar aquele que, segundo ele, seria o grande amor de sua vida. O rei conheceu Maria Rita antes, em 1977, mas foi impedido de namorá-la porque a garota tinha apenas 16 anos e os pais a proibiram. Mas, quando se reencontraram em 1991, não havia barreiras para a união, e os dois foram morar juntos no apartamento dele na Urca, no Rio de Janeiro, oficializando a união em 1996, num casamento íntimo. Maria Rita morreria três anos depois, e Roberto Carlos passou alguns anos em luto.
Roberto Carlos ainda reconheceu um terceiro filho, fruto de um relacionamento com uma fã, que o procurou no começo da década de 90 exigindo exame de paternidade: Rafael Carlos Torres, que também ganhou o sobrenome Braga.
Preocupado em manter sua vida privada longe dos holofotes, processou e ganhou, em 2007, processo na Justiça contra a editora Planeta e o jornalista Paulo César Araújo, autor da biografia não-autorizada “Roberto Carlos em Detalhes”, que contava muitos detalhes de sua vida pessoal. O livro foi retirado das prateleiras. Autor e editora ficaram com o prejuízo.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Show em Israel pode adiar disco de inéditas de Roberto Carlos, diz jornal
O show que Roberto Carlos fará em Israel pode adiar o disco de inéditas programado para dezembro, diz a "Folha de S. Paulo". "Se esse especial sair maravilhos, ficaremos num dilema", disse Alexandre Schiavo, presidente da Sony, ao jornal.
O Rei também lança, no Dia das Mães, CD e DVD com a comemoração dos 50 anos de carreira no Maracanã.
O Rei também lança, no Dia das Mães, CD e DVD com a comemoração dos 50 anos de carreira no Maracanã.
Hebe Camargo afirma que até Deus é fã de Roberto Carlos e que parou a chuva para ele
A apresentadora Hebe Camargo foi uma das que desfilaram na Sapucaí durante do Desfile das Campeãs do Carnaval 2011 do Rio de Janeiro onde a Beija-Flor de Nilópolis mais uma vez se sagrou campeã com um enredo em homenagem ao cantor Roberto Carlos.
Antes de entrar na avenida, fantasiada, a apresentadora deu entrevista e afirmou que todos são fãs de Roberto Carlos, até Deus. Hebe ainda afirmou que Ele o ama : “É difícil ser a fã número um, porque o Brasil inteiro ama Roberto Carlos. Até Deus (…)”.
Hebe afirmou também que o Pai fez sua homenagem ao “Rei” ao parar a chuva na hora do desfile da Beija-Flor: “(…) estava chovendo muito e quando chegou a hora da Beija-Flor entrar em cena, a chuva parou”.
Antes de entrar na avenida, fantasiada, a apresentadora deu entrevista e afirmou que todos são fãs de Roberto Carlos, até Deus. Hebe ainda afirmou que Ele o ama : “É difícil ser a fã número um, porque o Brasil inteiro ama Roberto Carlos. Até Deus (…)”.
Hebe afirmou também que o Pai fez sua homenagem ao “Rei” ao parar a chuva na hora do desfile da Beija-Flor: “(…) estava chovendo muito e quando chegou a hora da Beija-Flor entrar em cena, a chuva parou”.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Com coroa, Paula Fernandes posa para revista e fala sobre o rei Roberto Carlos
'Eu tive a oportunidade de estar diante da luz do Roberto para acender a minha', disse Paula à revista 'TPM'.
A cantora Paula Fernandes, que depois de uma participação no show de Roberto Carlos virou alvo de rumores sobre um possível affair com o Rei, posou para a revista "TPM" e desabafou sobre a atenção que tem recebido após essa história.
"Eu tive a oportunidade de estar diante da luz do Roberto para acender a minha. Mas não quero nem preciso me aproveitar disso. Minha história é longa demais”, disse.
A cantora também aproveitou para falar sobre o comércio musical e afirma que não canta apenas por dinheiro. "Sei que existe a venda da minha música. Pago minhas contas com isso. Mas por trás tem algo maior que não tem preço. É o que me move. Não quero me contaminar, perder a pureza, a referência
Paula Fernandes sobre Roberto Carlos: 'É um querido e extramente elegante'
Enquanto Roberto Carlos está em alto-mar com seu cruzeiro, Paula Fernandes, usando um vestido justíssimo, curto e rendado, esteve no casamento de Bruno, parceiro de Marrone, nesta terça, 15, em São Paulo. "Estou trabalhando tanto, estava em turnê pelo Nordeste", disse a cantora, justificando sua ausência no navio
Na festa, perguntas sobre o suposto romance com o rei vieram à tona. Paula, mais uma vez, saiu pela tangente. "As pessoas têm falado disso desde que nos encontramos no dia 25, mas a única coisa que eu posso falar é que ele superou minhas expectativas. Ele é um exemplo de superação, um querido e extramente elegante. Realmente honra a coroa."
'Não nos falamos mais', diz Paula Fernandes sobre Roberto Carlos
Cantora afirma a jornal que o Rei foi 'fofo e elegante' ao dizer que a namoraria.
"Ele é um fofo. Foi muito elegante a resposta de que me namoraria. Acho que toda mulher gostaria de estar ali. Rolou uma sintonia grande, me sinto muito privilegiada. Foi um sonho", disse a cantora ao "Jornal da Tarde".
Paula, no entanto, nega o conto de fadas pintado pela imprensa. "Não estamos namorando. Não nos falamos mais depois do show. Estamos com as agendas lotadas", disse.
Paula Fernandes posa usando uma coroa: Seria ela a eleita do Rei Roberto Carlos?
A cantora Paula Fernandes, que depois de uma participação no show de Roberto Carlos virou alvo de rumores sobre um possível affair com o Rei, posou para a revista "TPM" e desabafou sobre a atenção que tem recebido após essa história.
"Eu tive a oportunidade de estar diante da luz do Roberto para acender a minha. Mas não quero nem preciso me aproveitar disso. Minha história é longa demais”, disse.
A cantora também aproveitou para falar sobre o comércio musical e afirma que não canta apenas por dinheiro. "Sei que existe a venda da minha música. Pago minhas contas com isso. Mas por trás tem algo maior que não tem preço. É o que me move. Não quero me contaminar, perder a pureza, a referência
Paula Fernandes sobre Roberto Carlos: 'É um querido e extramente elegante'
Em casamento de Bruno (parceiro de Marrone), cantora disse que não foi ao cruzeiro do rei porque estava em turnê pelo Nordeste.
Enquanto Roberto Carlos está em alto-mar com seu cruzeiro, Paula Fernandes, usando um vestido justíssimo, curto e rendado, esteve no casamento de Bruno, parceiro de Marrone, nesta terça, 15, em São Paulo. "Estou trabalhando tanto, estava em turnê pelo Nordeste", disse a cantora, justificando sua ausência no navio
Na festa, perguntas sobre o suposto romance com o rei vieram à tona. Paula, mais uma vez, saiu pela tangente. "As pessoas têm falado disso desde que nos encontramos no dia 25, mas a única coisa que eu posso falar é que ele superou minhas expectativas. Ele é um exemplo de superação, um querido e extramente elegante. Realmente honra a coroa."
'Não nos falamos mais', diz Paula Fernandes sobre Roberto Carlos
Cantora afirma a jornal que o Rei foi 'fofo e elegante' ao dizer que a namoraria.
Depois do burburinho em torno de sua apresentação ao lado de Roberto Carlos no especial de Natal, em dezembro de 2010, Paula Fernandes ainda é perguntada sobre sua relação com o Rei.
"Ele é um fofo. Foi muito elegante a resposta de que me namoraria. Acho que toda mulher gostaria de estar ali. Rolou uma sintonia grande, me sinto muito privilegiada. Foi um sonho", disse a cantora ao "Jornal da Tarde".
Paula, no entanto, nega o conto de fadas pintado pela imprensa. "Não estamos namorando. Não nos falamos mais depois do show. Estamos com as agendas lotadas", disse.
Roberto Carlos dedica título da Beija-Flor à mãe
Roberto Carlos dedica o título da Beija-Flor a sua mãe, Lady Laura, "que me ensinou os primeiros acordes".
Ele queria fazer a declaração a jornalistas na quadra da escola, anteontem, ao comemorar o campeonato.
Contudo, ninguém se lembrou de falar com ele sobre o assunto.
Ele queria fazer a declaração a jornalistas na quadra da escola, anteontem, ao comemorar o campeonato.
Contudo, ninguém se lembrou de falar com ele sobre o assunto.
quarta-feira, 9 de março de 2011
APURAÇÃO
A Beija-Flor de Nilópolis conquistou hoje seu 12º título.
A escola teve nota máxima em 8 dos 10 quesitos de avaliação por um desfile emocionante, cheio de cores e inovações, para homenagear o cantor Roberto Carlos, com o enredo "A Simplicidade de um Rei".
Em segundo lugar ficou a Unidos da Tijuca, com 298,4 pontos, e, em terceiro, a Mangueira, que iniciou a apuração na liderança e depois perdeu lugar, terminando a apuração com 297,2.
Carnaval 2011 - Rio de Janeiro Pontos 299,8 Posição 1º lugar.
Eu pensei: É muita responsabilidade ser enredo de uma escola como a Beija-flor. Perguntei às pessoas da escola, 'será que dá o campeonato?' Eles disseram para eu ficar tranquilo. Aí eu confiei na equipe", afirmou.
O cantor revelou, no entanto, que após o desfile teve certeza que a agremiação "ganharia a parada". O artista atendeu jornalistas que o aguardavam na quadra e respondeu a todas as perguntas, apesar do grande público e do barulho da comemoração.
Questionado se o campeonato da azul e branco poderia inspirá-lo a fazer um CD de samba, não descartou a sugestão. "Não é uma má ideia. Samba não é minha praia, mas quem sabe não nado nessa praia?", disse, bem-humorado.
Roberto Carlos acompanhou a apuração pela TV em seu apartamento na Urca, zona sul do Rio. O artista saiu cerca de 40 minutos depois para a quadra, na Baixada Fluminense, acompanhado de assessores e integrantes da Beija-flor.
Do lado de fora, fãs tentaram falar e fotografar o ídolo. Ele acenou de dentro do prédio, pela porta de vidro, mas saiu com as janelas do carro fechadas.
A escola teve nota máxima em 8 dos 10 quesitos de avaliação por um desfile emocionante, cheio de cores e inovações, para homenagear o cantor Roberto Carlos, com o enredo "A Simplicidade de um Rei".
Em segundo lugar ficou a Unidos da Tijuca, com 298,4 pontos, e, em terceiro, a Mangueira, que iniciou a apuração na liderança e depois perdeu lugar, terminando a apuração com 297,2.
Carnaval 2011 - Rio de Janeiro Pontos 299,8 Posição 1º lugar.
Eu pensei: É muita responsabilidade ser enredo de uma escola como a Beija-flor. Perguntei às pessoas da escola, 'será que dá o campeonato?' Eles disseram para eu ficar tranquilo. Aí eu confiei na equipe", afirmou.
O cantor revelou, no entanto, que após o desfile teve certeza que a agremiação "ganharia a parada". O artista atendeu jornalistas que o aguardavam na quadra e respondeu a todas as perguntas, apesar do grande público e do barulho da comemoração.
Questionado se o campeonato da azul e branco poderia inspirá-lo a fazer um CD de samba, não descartou a sugestão. "Não é uma má ideia. Samba não é minha praia, mas quem sabe não nado nessa praia?", disse, bem-humorado.
Roberto Carlos acompanhou a apuração pela TV em seu apartamento na Urca, zona sul do Rio. O artista saiu cerca de 40 minutos depois para a quadra, na Baixada Fluminense, acompanhado de assessores e integrantes da Beija-flor.
Do lado de fora, fãs tentaram falar e fotografar o ídolo. Ele acenou de dentro do prédio, pela porta de vidro, mas saiu com as janelas do carro fechadas.
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