segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Show de superação da dor esgota Roberto Carlos

Rei só confirmou que cantaria horas antes e caiu no choro após apresentação


 
Rio - Emoções não faltaram no primeiro show de Roberto Carlos na Praia de Copacabana. Com fortes dores no joelho esquerdo — fruto de queda de moto há seis meses —, o Rei só decidiu que iria se apresentar quatro horas antes de subir ao palco. Para suportar o sofrimento, ele teve que ficar quase o tempo todo num banquinho. Mesmo abatido, deu um banho de talento.

Tudo fica mais difícil quando se passa dos 35 anos, e eu passei há algum tempo. Sofri um pequeno acidente de motocicleta e, por isso, estou com problema no joelho e não vou conseguir fazer o show todo em pé”, explicou o cantor, um eterno apaixonado por velocidade

Durante a semana, Roberto teria passado a maior parte do tempo de cama, com muitas dores. Ele não participou de ensaios e até adiou a entrevista coletiva. No sábado, dois médicos o acompanharam até Copacabana. No fim do show, ao deixar o palco debilitado, o cantor teria caído no chão, chorando.

Mas a dor não ofuscou o brilho do ídolo. Ao longo da apresentação, os galanteios de Roberto com suas convidadas causaram sensação. A cantora sertaneja Paula Fernandes foi alvo de calorosos elogios do Rei. “Quero chamar uma cantora que tem um estilo muito peculiar, está fazendo sucesso e além de tudo é linda. Ninguém nunca vai confundir a voz dela com a de ninguém” derreteu-se.

De vestido curto com babados, Paula se apresentou sentada ao lado do Rei e precisou ficar com as pernas cruzadas o tempo todo. Juntos, cantaram sucessos da Jovem Guarda. Entre o público, não foram poucos os comentários sobre um possível flerte. Na saída, Roberto voltou a elogiar a moça: “Ela tem um estilo próprio, muito especial. Ninguém vai confundir a Paula com outra cantora. Ouçam o que estou dizendo”.

O talento da jovem também chamou atenção dos artistas presentes. “Essa menina, além de bonita e talentosa, é uma simpatia. Paula mostrou muita desenvoltura no palco”, disse Neguinho da Beija-Flor, que, no show, presenteou o Rei com bandeira da escola de Nilópolis com a frase ‘Como é grande o nosso amor por você.
Rainha de bateria da agremiação, Raíssa Oliveira — que voltou a exibir o visual moreno e um corpo turbinado após lipoaspiração e silicone nos seios — também despertou olhares de Roberto. “Foi emocionante. Ficamos satisfeitos em poder homenageá-lo. Mas o único clima que rolou foi o de alegria”, garantiu
Morena de 25 anos, Paula Fernandes é mineira de Sete Lagoas.Com uma voz poderosa e beleza estonteante, a cantora e compositora revelação da música sertaneja realizou pela segunda vez o sonho de cantar com o Rei. Em março, Paula participou do DVD ‘Emoções Sertanejas’, gravado no Ginásio do Ibirapuera, São Paulo, em comemoração aos 50 anos de carreira de Roberto Carlos

Com dois discos gravados, a jovem, que começou sua trajetória aos 8 anos e teve o primeiro trabalho independente lançado aos 10, possui na bagagem composições incluídas nas trilhas das novelas ‘Pantanal’, ‘O clone’, ‘Paraíso’ e da minissérie ‘A casa das sete mulheres’.

Em 2006, a morena foi indicada ao Prêmio TIM de Música Brasileira na categoria Melhor Cantora, com ‘Canções do Vento Sul’

Ressaca musical nas areias de Copa


O dia seguinte ao show do Rei foi de ressaca musical para centenas de fãs, que permaneceram nas areias da Praia de Copacabana, ainda extasiados.

Muitos vieram de longe, um dia antes, e acamparam com barracas e tendas para ver de perto o grande ídolo. De Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Luiz Nunes, 42 anos, e Adriana Barbosa, 32, chegaram na tarde de sábado. “Foram momentos inesquecíveis. Namoramos muito ao som das canções do Rei”, contaram.
Os sucessos do cantor também embalaram o romance de Grazielle dos Santos e Marcos de Carvalho, que saíram de Caxias para ver de perto o ídolo


 

Rei Roberto Carlos ganha versão boneco

Roberto Carlos e sua versão boneco

O Rei Roberto Carlos serviu de inspiração para a última criação de 2010 do artista plástico Marcus Baby. O cantor ganhou sua versão boneco, assim como aconteceu com Caio Castro, Kadu Parga, entre outros.
Roberto Carlos encerraou o espetáculo cantando "Noite feliz" com o coral de 200 crianças da Escola de Música da Rocinha. E logo depois, com a ajuda o público, terminou a noite cantando "Jesus Cristo" em ritmo de samba, junto com a bateria da Beija-Flor. No telão, a imagem do Cristo Redentor, emoldurava o palco, enquanto o cantor jogava rosas brancas e vermelhas para o público.

O show faz parte da programação de fim de ano da TV Globo. A pedido do Rei, muitos fãs vestiram suas cores preferidas, azul e branco.

Roberto Carlos canta para milhares de pessoas na Praia de Copacabana

Multidão vibrou com a entrada do Rei em cena.

Ele começou o espetáculo cantando o sucesso 'Emoções'
Os momentos de tensão e expectativa do público que tomaram conta da areia e do calçadão da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, terminaram às 21h40, quando o cantor e compositor Roberto Carlos subiu ao palco. Vestindo um roupa branca e azul, Roberto começou o espetáculo logo de cara dizendo a que veio, cantando “Emoções”.

Antes de cantar a segunda música, "Além do horizonte", Roberto agradeceu o prefeito Eduardo Paes a oportunidade de cantar em Copacabana, que descreveu como "o melhor presente de Natal". Depois, dizendo que "tudo fica mais difícil quando não se tem 35 anos", ele puxou um banco e se desculpou com o público dizendo que não poderia fazer todo o show de pé já que teria sofrido um acidente de moto recentemente.
Em seguida, o Rei fez uma homenagem ao bairro que serve de palco para o cantor neste sábado (25). "Quando cheguei ao Rio, meu sonho era morar em Copacabana", revelou, emendando com uma versão de "Copacabana, princesinha do mar".
A primeira artista a dividir o palco com o Rei foi a a cantora sertaneja Paula Fernandes, com quem Roberto travou uma espécie de diálogo musical. "Quero convidar ao palco uma cantora muito especial. Ela tem um estilo inconfundível e além de tudo é linda", elogiou Roberto Carlos.


Ao anunciar a canção "Lady Laura", composta em homenagem à mãe de Roberto, que morreu em abril deste ano, o cantor se emocionou e afirmou: "canto ainda com muita alegria, mas agora também com saudade".
Depois foi a vez da dupla Bruno e Marrone fazer uma participação especial no show. Logo
após a primeira música cantada em conjunto, o Rei aproveitou para fazer piada com o nome dos intérpretes sertanejos, arrancando risos da plateia. "Por que Marrone e não 'azulone'?", indagou Roberto, que não gosta da cor marrom, mas é fã de azul.
Depois de se apresentar com o grupo Exaltasamba, Roberto voltou a cantar o refrão de"Além do horizonte" acompanhado da bateria da escola de samba Beija-Flor, com as mãos balançando no alto. O cantor aproveitou para elogiar a beleza da rainha de bateria Raíssa.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Roberto Carlos lança cartão de crédito com seu nome

De acordo com o blog do colunista Ancelmo Gois, o Rei Roberto Carlos lançará, pela bandeira Credicard, um cartão de crédito com seu nome. O cartão será igual àqueles que também rendem pontos a cada compra, mas com algumas novidades.

Ainda segundo a publicação, dependendo da pontuação, o cartão dará direito a ingressos para shows do Rei, e outras coisinhas mais.

Copacabana volta à rotina depois da apresentação do 'Rei' Roberto Carlos

Show teve grande número de mulheres atendidas com pressão arterial elevada


Rio - Depois da festa do 'Rei' em Copacabana, Zona Sul da cidade, o bairro começa a retormar sua rotina na manhã deste domingo. Enquanto muitos ainda dormem na areia da praia depois do êxtase do histórico show de Roberto Carlos e técnicos de som trabalham na desmontagem do palco, alguns banhistas chegam para aproveitar o domingo de sol.


'Quando eu estou aqui, eu vivo este momento lindo': Roberto Carlos emociou o público nas areias de Copacabana na noite do Natal



Cerca de 400 mil pessoas foram à orla carioca na noite de sábado para conferir a apresentação do Rei Roberto. Desde a madrugada, 380 homens da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) realizam a limpeza na areia e calçadão de Copacabana. No final da tarde, a empresa deve divulgar o balanço total da quantidade de lixo retirado no local do show.

Durante a apresentação de Roberto Carlos, 267 pessoas foram atendidas no posto médico montado na areia da praia. A maioria dos casos registrados foi de mulheres com a pressão arterial acima do normal, resultado da emoção de conferir o Rei cantar sucessos como "Detalhes", "Proposta" e "Côncavo e Convexo".

De acordo com a prefeitura do Rio, 162 veículos foram apreendidos e 560 multados por estacionamento irregular durante a operação Choque de Ordem realizada na orla de Copacabana.

Roberto Carlos emociona em show transmitido pela TV

Roberto Carlos subiu ao palco para apresentar seu tradicional especial de Natal, no sábado, 25, desta vez direto da Praia de Copacabana zona sul do Rio de Janeiro, em uma estrutura montada bem em frente ao Hotel Copacabana Palace.

O Rei começou seu espetáculo com a música Emoções, com a qual costuma abrir seus espetáculos, seguida de Além do Horizonte e outros clássicos de seu repertório como O Côncavo e o Convexo e Lady Laura.
Mesmo com a participação de convidados com sonoridades diferentes do seu repertório, o público curtiu as 'músicas de guerra' do Rei como Emoções, Detalhes e Jesus Cristo.
Os organizadores tinham anunciado que esperavam reunir um milhão de pessoas mas, segundo a Polícia Militar, cerca de 400 mil assistiram ao show.


Durante o concerto, Roberto Carlos convidou ao palco outros artistas, como a cantora Paula Fernandes, Bruno e Marrone, Exaltasamba e a bateria da escola de samba Beija Flor, que no carnaval do próximo ano o homenageará no desfile no sambódromo.

O show durou cerca de duas horas e 17 músicas, e já estava com o tempo contado antes de começar, por conta da transmissão ao vivo da Rede Globo.
Na apresentação da Beija Flor, o prefeito da cidade, Eduardo Paes, se misturou com os músicos da escola de samba como um artista a mais.
Depois do samba, o artista interpretou Noite Feliz com um coro de crianças e jovens da favela da Rocinha e fechou o espetáculo com Jesus Cristo, um de seus clássicos.
Copacabana será palco de outra festa no dia 31 de dezembro, quando cerca de 2,5 milhões de pessoas são esperadas para o Reveillon.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Dody, empresário do rei

Conheça o gaúcho que, há 18 anos, coordena os passos do soberano da canção

Há 18 anos, somente um homem tem permissão para entrar e sair da sala do trono sem pedir licença. É o empresário do "rei" Roberto Carlos, o gaúcho Dody Sirena, da empresa DC Set, quem marca e remarca seus shows, organiza turnês, negocia seus contratos. Gaúcho de Caxias do Sul, descendente de italiano com passaporte europeu, ele e o sócio, Chicão Chies, fundaram sua empresa de eventos e promoção no Rio Grande do Sul em 1979. Hoje, ela possui escritórios em São Paulo, Porto Alegre, Salvador e representação na Espanha.


Gremista roxo, Dody é, além de tudo, um fã do Rei. Suas canções preferidas no repertório do cantor são Além do Horizonte e Amigo (invejosos, estremecei: Roberto Carlos cantou Amigo exclusivamente para Dody no aniversário deste, em 2007). Em 2009, Dody estava ao lado do Rei no jatinho que sobrevoava Cachoeiro do Itapemirim, cidade natal do cantor, à qual ele voltava após 14 anos de ausência - e Roberto, emocionado, apontava aqui e ali os pontos onde viveu as aventuras de sua infância.

A confiança tem também suas tarefas ingratas: foi a Dody que o médico Milton Kazuo Yoshino deu a missão, em abril deste ano, de informar Roberto, ao fim do show no Radio City Music Hall (por volta das 23h30), em Nova York, que sua mãe, Lady Laura, tinha acabado de morrer no Rio, no Hospital Copa D"Or. Roberto não voltou para o bis.
Ativo no Twitter, Dody postou esta semana: "Ídolos mudam a sua vida. Lendas mudam a história." O gaúcho sabe do que está falando: além da extensa turnê dos 50 anos de carreira de Roberto Carlos, foi também associado de Luiz Oscar Niemeyer, da Planmusic, na bem-sucedida turnê recente de Paul McCartney (só no Brasil, o ex-beatle foi visto por 178 mil pessoas). Dody organizou o show de Paul no Beira-Rio, em Porto Alegre, estádio do Internacional - curiosamente, time adversário do seu.


"Roberto Carlos não busca bater recordes. Nós temos uma meta de 40 a 50 shows por ano, mas temos uma procura de mais de 300, principalmente agora que ele retomou os shows internacionais", conta Dody. "Há 5 anos recebemos insistentes convites para a África, a última vez que estivemos foi em Angola há uns 10 anos e continuam nos convidando, espero poder voltar. Este ano fizemos 25 shows em 10 países. Em São Paulo poderíamos fazer uma temporada de dois meses, mas optamos por uma turnê pela própria cidade para dar mais oportunidade aos que querem ver o Roberto. E na verdade não conseguimos atender a todos os pedidos", lamentou.

Dody aconselha o cantor até em temas espinhosos, como a reforma na lei dos direitos autorais - foi ele quem se incumbiu de transmitir à imprensa que Roberto é contrário ao projeto do governo. Mas o executivo já viveu tempos menos incisivos como empresário do cantor. Após a morte da mulher, Maria Rita, em 1999, Roberto ficou quase dois anos sem cantar. Recolheu-se e passou por um período difícil. Dody segurou o rojão. Agora, numa fase mais solta e arrojada, Roberto vem topando quase tudo - o show na praia, de graça, para os súditos que não podem pagar aquele preço salgadinho dos ginásios, é uma grande novidade

Nos seus 50 anos de música, Roberto Carlos vem demonstrando que continua à frente do seu tempo, aceitando cada vez mais desafios. Vencendo barreiras. Ele se sente confortável em relação a algumas propostas, como foi o caso do show de Natal no Rio de Janeiro", analisa Dody. "É o 34.º especial de fim de ano da Globo, e o primeiro ao vivo. Às vezes me surpreendo quando imagino que ele pode não querer e o vejo entusiasmado. Ele confia na estrutura que tem para trabalhar, isso é fundamental para aceitar o novo. A Riotur fala em reunir 1 milhão de pessoas, a metade nos deixaria felizes. Mas ficamos entusiasmados ao ver que em menos de dois anos ele fez dois shows transmitidos ao vivo pela TV, ou seja, está tão bem que vai surpreender ainda mais com os novos projetos para 2011."


A carreira de promotor de shows de Dody Sirena é eclética. Em outros tempos, já trouxe Julio Iglesias e também o mágico David Copperfield. Atualmente, Dody só cuida dos contratos do humorista Tom Cavalcanti - um dos melhores imitadores de Roberto Carlos. Dedica-se quase integralmente ao astro-rei - foi ele quem inventou os "cruzeiros cantantes", a turnê Roberto Carlos em alto-mar, que lota navios gigantescos ano após ano.

Durante viagem recente à Europa, Dody anotou uma frase que alguém lhe disse e considerou interessante. "Capitalismo é a forma injusta de distribuir a riqueza, comunismo é forma injusta de distribuir a pobreza." Um capitalista dos mais bem-sucedidos do show biz, ele vê bom caminho à frente para continuar acumulando riqueza. "Uma coisa que Dody sabe é fazer dinheiro", diz um antigo colaborador do executivo.
Sol. "O Brasil está passando por um momento extraordinário, o câmbio é favorável, e profissionalmente já provamos que estamos tão preparados quanto os grandes países, e a nossa posição geográfica estimula os artistas a um roteiro mundial", pondera o empresário. "Temos sol quando eles estão no frio. Estamos nesse mercado há mais de 30 anos, quando ainda não havia essas facilidades e nós já tínhamos entendidos que viabilizar parcerias é o grande negócio. Nos anos 90, fizemos parceria com o Luiz Oscar Niemeyer para fazer shows do Eric Clapton e Bob Dylan. É extremamente saudável que empresas bem estruturadas se aliem a outras do mesmo porte para operações de alto risco, como são os grandes shows. Não vemos outros produtores como concorrentes. Fazemos negócios com a T4F, com o Phil Rodrigues e com todos os bons do mercado. Podemos sim, em 2011, estar de novo atuando tanto como parceiros como também à frente de contratações internacionais, mas não é este o nosso principal foco."


Dody desenvolveu pessoalmente a estratégia de comemoração dos 50 anos de Roberto Carlos. Colocou na estrada uma equipe com mais de 50 pessoas e 3 carretas contendo equipamentos, cruzando todo o País. Foram realizados 46 shows, e ainda 23 no exterior. Produziu dois shows especiais (Elas Cantam Roberto Carlos, no Teatro Municipal, e Emoções Sertanejas, no Ginásio do Ibirapuera; também articulou o espetáculo no Estádio do Maracanã, visto por 70 mil pessoas. E fez a mostra Roberto Carlos 50 anos de Música na Oca (Parque do Ibirapuera, São Paulo) com mais de 100 mil visitantes.

Relembre momentos marcantes dos especiais de Natal de Roberto Carlos

1974: O primeiro especial de fim de ano de Roberto Carlos foi ao ar, com direção de Augusto César Vannucci. Participaram como convidados Erasmo Carlos, Antônio Marcos, Paulo Gracindo e a turma da Vila Sésamo. O ponto alto foi o clipe, gravado no iate do rei, com Roberto e Antônio Marcos cantando juntos "Gaivotas", sucesso, então, na voz de Antônio Marcos


1975: Uma constelação de convidados, como Caetano Veloso, Dorival Caymmi e Sílvio Caldas. Caetano e Roberto fizeram um dueto que entrou para a História da música brasileira: cantaram juntos "Como dois e dois". O mesmo especial trazia um clipe gravado em Congonhas do Campo (MG), com Roberto cantando "Homem" entre obras de Aleijadinho


1976: Roberto fez um especial em homenagem aos grandes nomes da música. Participaram do programa Altamiro Carrilho, Paulo Moura, Maurício Einhorn, Linda Batista, Carlos Galhardo, Aracy de Almeida, Moreira da Silva, Isaurinha Garcia e Orlando Silva. O grande momento foi o primeiro encontro de Roberto e Tom Jobim, que participaria do especial novamente em 1978


1977: Roberto recebeu Pelé e Garrincha


1979: Roberto lançou a música "Meu querido, meu velho, meu amigo", num clipe gravado com o pai, Robertino Braga, que faleceu pouco tempo depois da exibição do especial

1980: Roberto viajou para Nova York e gravou o clipe "Guerra dos meninos" na sede da ONU

1982: O Rei abriu o programa vestido de Carlitos. Foi o especial de maior orçamento da TV Globo daquele ano, gravado nos antigos estúdios da Vera Cruz, em São Paulo. Maria Bethânia era uma das convidadas especiais

1983: Primeiro e único (até hoje) especial transmitido ao vivo, do Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Participaram Gal Costa e Djavan

1984: Primeiro especial gravado no Maracanãzinho. Os convidados especiais foram Blitz e Simony


1986: Roberto apareceu vestido de palhaço, homenageando o circo

1992: Com a morte de Augusto César Vannucci, os especiais mudaram de formato. Deixaram de ser grandes produções, com partes gravadas, para se tornarem shows do Rei televisionados, com participação de convidados

1999: Pela primeira vez, desde 1974, Roberto deixou de gravar o especial de fim de ano, devido à morte da mulher, Maria Rita


2000: Roberto pediu a todos os convidados que aparecessem vestidos de azul, em homenagem a Maria Rita

2008: No primeiro especial após admitir publicamente sofrer de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), Roberto cantou "Negro Gato", música que havia banido do repertório desde os anos 80. E ainda entoou a letra original de "É preciso saber viver": "...Se o bem e o mal existem/ Você pode escolher..." Por mais de duas décadas, ele substituiu a palavra "mal" por "bem". E a letra ficava assim: "... Se o bem e o bem existem/ Você pode escolher

Roberto Carlos deve cantar para um milhão de pessoas neste sábado

O show do cantor Roberto Carlos deve atrair um milhão de pessoas à Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, neste sábado (25). O Rei vai receber convidados especiais como o grupo Exaltasamba, a dupla Bruno & Marrone, a cantora Paula Fernandes, a Escola de Samba Beija-Flor, além do coral da escola de música da Rocinha. O evento está marcado para começar às 21h30.


Esquema especial para chegar à praia


Para que o público possa chegar ao local, o metrô preparou um esquema especial. Na chegada a Copacabana, a Linha 2 vai operar da Pavuna à estação Ipanema/General Osório sem necessidade de transferência no Estácio a partir das 17h.

MOMENTOS DO REI