domingo, 22 de agosto de 2010

Roberto Carlos faz participação especial no "Caldeirão

Na última terça-feira (23), Roberto Carlos esteve nos estúdios da Rede Globo trajando calças jeans e camisa azul, com botões abertos na parte de cima, caracterizando um visual bastante casual. Tudo no clima do programa "Caldeirão do Huck", em que gravou uma participação ontem.

Em sua página no microblog Twitter, Luciano Huck não escondeu sua felicidade em receber o cantor. "Um dos melhores presentes que ganhei em quase dez anos de Globo. Nunca escondi que me amarro na dele e ele sempre disse que gosta do programa", disse o apresentador da atração.
Durante a gravação, Huck fez um pedido especial a Roberto Carlos: que ele cantasse a música "Como é grande o meu amor por você". O apresentador contou que seu filho mais velho, Joaquim, adora dormir embalado por esta canção, geralmente na voz da mãe, a também apresentadora Angélica.

Roberto Carlos cantou outras três músicas, "Eu te Amo", "Detalhes" e "É Preciso Saber Viver". A presença do cantor no programa faz parte das comemorações de seus 50 anos de carreira.

Roberto também foi homenageado no quadro "Lata Velha". Para conseguir levar para casa uma Kombi 1983 toda reformada, o vendedor de frutas Nício precisou cantar um dos sucessos do cantor, "Calhambeque", no palco do "Caldeirão".
Com direito à caracterização e a um acompanhamento ao vivo da banda do programa, o participante deixou a vergonha de lado e conseguiu a aprovação do público e do próprio Roberto Carlos. "Eu vi a apresentação e confesso que estou com medo", brincou o cantor.
O programa será exibido no dia 4 de julho, às 14h25, na Rede Globo.

Participação de Roberto Carlos não altera ibope de "A Grande Família

A participação do cantor Roberto Carlos em "A Grande Família" nesta quinta-feira (2) não alterou a audiência do programa
A média de 35 pontos de ibope obtida na quinta-feira (25) foi mantida no capítulo 'O Rei e Eu!'.

Cada ponto equivale a cerca de 60 mil residências na Grande São Paulo.
No episódio, Nenê (Marieta Severo) é premiada com um ingresso para um show do cantor, despertando ciúmes em seu marido, Lineu (Marco Nanini).
Enquanto isso, Agostinho (Pedro Cardoso) promove uma apresentação de Tuco (Lucio Mauro Filho) no clube Paivense, levando a plateia a entender que a atração principal era o próprio Roberto Carlos, e não o cunhado.

Após a intervenção de Nenê, os convidados do show de Tuco são levados ao local da apresentação de Roberto Carlos, onde acompanham a performance do cantor, que embalou o público com o sucesso "Emoções".

Maracanã recebe Roberto Carlos em palco nobre

Ele vai chegar às 16h no Maracanã, mas seu show está programado para 21h30 --e Roberto Carlos só vai cantar mesmo às 22h. O Rei, diz o maestro Eduardo Lages, anda "ansioso, muito cuidadoso e nervoso" com a apresentação no Maracanã, na noite deste sábado


Não que o repertório seja novo. Roberto vai cantar as mesmas músicas da turnê que fez, nos últimos meses, pelo Norte e pelo Nordeste do país.

São 17 números, vários com pot-pourris, ou cerca de 25 músicas ao todo. Algumas, é fato, ele voltou a cantar só agora, depois de 30 anos, como "Quando", de 1967, e "Do Fundo do Meu Coração", de 1986.
No mais, será um mix dos 50 anos de carreira do cantor, da Jovem Guarda à fase religiosa. Os amigos Erasmo e Wanderléa serão os únicos convidados. Vão cantar "Sentado à Beira do Caminho" e "Ternura".
O Rei está ansioso, enfim, só por ser "muito exigente". "Ele está nervoso porque quer que saia tudo bem. Mas, por outro lado, está tranquilo, porque sabe que tem uma estrutura grande e que somos uma equipe entrosada", diz Lages.

A estrutura inclui 500 m2 de palco, com sete telões --três no palco, um deles com 200 m2, e quatro no gramado--, mais de 800 pontos de luz no estádio, 350 mil watts de som, 200 m de cortina de led (componentes de emissão de luz incrustados num tecido preto) e 50 m de "abertura de boca" do palco.
"É uma coisa monstruosa. Nem o palco da Madonna tinha essa abertura de palco", garante Genival Barros, chefe de som e de luz dos shows do Rei há 44 anos. Cerca de 6.000 pessoas trabalham na montagem do palco, coberto com uma estrutura acrílica que lembra a forma de uma concha acústica.
Vestindo terno Ricardo Almeida, o estilista do presidente Lula, o Rei deverá surgir no show de calhambeque. Testaria a performance anteontem e ontem para, enfim, decidir.
"Ele acompanha cada passo. Não significa que esteja sempre no Maracanã [três ensaios estavam previstos no estádio], olhando tudo de perto. Mas o Roberto sabe de tudo", diz Roberto Talma, que dirige os especiais de fim de ano do cantor na Globo e também o show no Maracanã.
Para a transmissão ao vivo da emissora, 16 câmeras e um helicóptero serão usados. Patrícia Poeta, apresentadora do "Fantástico", vai "ancorar" o show. Ela irá convidar pessoas da plateia para ir ao palco num karaokê, chamado de "esquenta" pela Globo, que pode ser usado na abertura do show na TV.
Até ontem, não se sabia o que seria feito durante os intervalos. "Talvez ele converse com a plateia", dizia Genival Barros. "Pensamos em cronometrar o intervalo para incluir uma música. Assim, no Maracanã, o público veria um show corrido", apostava o maestro Eduardo Lages. O Rei ainda vai decidir.








 

Em show marcado por emoções, Roberto canta para 68 mil pessoas no Maracanã

A chuva quase estragou o primeiro show de Roberto Carlos no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. A apresentação na noite deste sábado chegou a ser interrompida por alguns minutos, mas nada que comprometesse o espetáculo. Em quase 2 horas e meia de show, o cantor emocionou o público de 68 mil pessoas com os principais sucessos dos seus 50 anos de carreira.

Ao som da versão instrumental de "Como é Grande o Meu Amor por Você", Roberto Carlos entrou no palco dirigindo um calhambeque azul, às 21h40.

É a maior emoção que já vivi na minha vida. Quando estava lá em Cachoeiro [de Itapemirim (ES)] jamais imaginei que poderia viver um momento como esse, cantar no Maracanã olhando nos olhos de vocês", disse o cantor ao descer do carro.
Roberto Carlos começou o show em comemoração aos seus 50 anos de carreira cantando "Emoções". Em seguida vieram "Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo", "Além do Horizonte", "Amor Perfeito", "Detalhes", "Outra vez", "Aquela Casa Simples", "Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo" e "Lady Laura".



Roberto Carlos cantou para 68 mil pessoas no Maracanã na noite deste sábado em show pelos 50 anos de carreira

Antes de "Nossa Senhora", Roberto Carlos falou sobre a infância e o começo de carreira em 1959 para em seguida cantar "Mulher Pequena" e "O Calhambeque".
Por volta das 22h45, o show foi interrompido por cerca de dez minutos por causa da chuva durante a música "Caminhoneiro" e recomeçou com "Do Fundo do Meu Coração". Depois vieram "Proposta", Às Vezes Penso", "Os Seus Botões", "Café da Manhã" e "Cavalgada".
Durante o começo de "Amigo", o cantor e compositor Erasmo Carlos interrompeu a música. "Para! Para tudo! Como você pode começar a música sem a minha presença", disse ele ao amigo de mais de 50 anos por um telão.
Após algumas palavras de Erasmo, Roberto Carlos chama o amigo ao palco. Emocionados, ambos recomeçam "Amigos". Eles ainda cantaram "Sentado à Beira do Caminho"
Na música seguinte, "Ternura", Roberto chama ao palco a cantora Wanderléa. Relembrando os tempos da Jovem Guarda Roberto, Erasmo e Wanderléa cantam "Eu sou Terrível".
Ainda no embalo da Jovem Guarda, Roberto Carlos cantou um pout-pourri com "É Proibido Fumar", "Namoradinha de um Amigo Meu", "Quando", "E Por Isso Estou Aqui" e "Jovens Tardes de Domingo".
Após quase 2 horas e meia, o show termina com "Jesus Cristo" e distribuição de rosas. Antes, ele ainda cantou "Como é Grande o Meu Amor por Você" e "É Preciso Saber Viver".

Erasmo Carlos participa de concurso para homenagear Roberto Carlos

Erasmo Carlos inscreveu na terça-feira (10) uma canção, feita em parceira do maestro Eduardo Lages e do compositor Paulo Sérgio Valle, para disputar o concurso que escolherá o samba-enredo da Beija-Flor de Nilópolis em 2011, que homenageará o Rei Roberto Carlos.


As informações são da colunista da "Folha S.Paulo" Mônica Bergamo desta quinta-feira (12). De acordo com a publicação, a escolha do samba será feita em outubro. Outros 90 sambas foram inscritos.


Para o desfile, a escola de samba está convidando vários artistas, como as duplas Zezé Di Camargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó e Victor & Leo. A apresentadora Hebe Camargo já confirmou presença.





 

Roberto Carlos desfila com um Audi vermelho pelas ruas do Rio

No carro, avaliado em R$ 696.500, só cabem duas pessoas e sua potência pode levá-lo a até 100 km/h em menos de quatro segundos de aceleração

POR MARCELLUS LEITÃO

Rio - Quarenta e seis anos depois de compor o hit ‘O Calhambeque’, o cantor Roberto Carlos desfila com um novo possante pela cidade. O Rei tem sido visto guiando um Audi R8 pelas ruas do Rio. O modelo, na cor vermelha, é chamado carinhosamente por ele de “meu brinquedinho novo”.

O ‘brinquedo’, com preço que varia de R$ 555 mil a R$ 696.500, é perfeito para o Rei chegar fácil aos ‘120... 150... 200 km por hora’, como cantou em outro sucesso de 1970. O carro tem motor de 10 cilindros e, partindo de 0, atinge a velocidade de 100 quilômetros por hora em apenas 3,9 segundos. O modelo também conta com câmbio automático, embreagem dupla e seis marchas. A potência do motor é de 525 cavalos vapor, sete vezes maior que a de um carro comum. Um motor 1.0, por exemplo, não chega a 70 cavalos.

Para Roberto, com um velocímetro que pode marcar até 316 Km/h, difícil vai ser resistir aos limites de velocidade impostos por vias como a ‘Estrada de Santos’, onde não se pode passar dos 110 km/h. Apesar toda a potência, o carrão só transporta dois passageiros e permitirá que apenas um felizardo — ou felizarda — pegue carona com o Rei em cada passeio.

Apaixonado por carros desde a infância, antes do estrelato Roberto Carlos sonhava em ser mecânico. O primeiro carro foi um Fusca, modelo 1960, branco. Desde então, o cantor já desfilou de Impala, Chrysler Esplanada, Jaguar E-Type, Mercedes.

Dois ‘xodós’ na garagem do Rei são um Cadillac Rabo de Peixe 1960, série 62, comprado do ex-piloto de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi, e um Ford Modelo A roadster, de 1929, que o cantor mandou ‘reconstruir’ numa oficina mecânica no Espírito Santo. Além da coleção sobre quatro rodas e de várias canções com temática automobilística, a paixão de Roberto também ganhou o cinema onde, entre 1967 e 1971, ele estrelou três filmes pilotando carrões.

MOMENTOS DO REI